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20110902

34.



Alma lavada
O inicio de uma nova música nunca antes tocada.
Aos primeiros acordes da guitarra
Nocaute!
Pirâmides no principio da estrada.
Mortos espalhados por todas as partes
Sabem, os escravos servirão
E sempre servirão de escravos.
Essência sagrada e raízes profundas
Simulam rituais ao por do sol
Em milimétricas frações de segundo
Múltiplos orgasmos em sua homenagem purificam tudo.
Eu pintado em quadros retos nas paredes tortas
Agradeço o infinito tamanho da minha sorte.
Se antes jogado ás traças;
Hoje enaltecido em tamanha graça.
Estado de emergência, salvo novamente.
De novo e novamente outra vez
Ás três da madrugada em alguma estrada pra qualquer lugar
Estarás presente no pretérito e o passado do futuro
Será diferente de tudo.



Vinicius Ribeiro.