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20130407



Dizia
Imagina o caos
Já minimamente muito
Longe mas perto
Mais entregue a seus pontos
De vista, livres da censura
Das janelas fechadas
Enferrujadas, sem vida própria.
Nem com o vento se abrem
Não sabem da luz que se espalha lá fora
Fora tudo que poderiam enxergar
Sem precisarem dos olhos dos outros
Sobre o rosto em preto e branco
Onde pintei minhas excêntricas visões
Na intenção de não haver mais limite
Ou espaços ecoando vazios
O frio e organizado
Nada.